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Sedação Pediátrica em procedimentos de Medicina Dentária

A sedação pediátrica surgiu para colmatar necessidades cada vez mais frequentes no dia-a-dia da nossa clínica. De facto, sistematicamente têm...

Sedação Pediátrica em procedimentos de Medicina Dentária

A sedação pediátrica surgiu para colmatar necessidades cada vez mais frequentes no dia-a-dia da nossa clínica.

De facto, sistematicamente têm surgido pais à procura da resolução do problema dentário dos seus filhos.

Muitos já foram a vários dentistas e não colaboram, normalmente são policariados (apresentam muitas cáries) e por vezes já com dor associada. A maioia são muito pequenos para entenderem a necessidade dos tratamentos e necessitam de extensos tratamentos dentários. Outros têm verdadeiro pânico de dentistas ou são pacientes especiais que não conseguem ficar imóveis para realizar tratamentos em cadeira.

A decisão de realizar uma sedação a uma criança

A decisão de realizar uma sedação a uma criança ou mesmo a um adulto para tratamentos dentários surge após uma avaliação minuciosa por parte da equipa médica. A técnica de sedação, os fármacos e a via de administração dependem do tipo de paciente (idade, peso, história médica, medicação, alergias, entre outros) e da intervenção a realizar.

O Procedimento Clínico - Sedação Intravenosa e/ou Anestesia Geral

A criança pode (e deve) entrar para a sala onde vai ser realizado o procedimento acompanhada por um dos pais e até por um “boneco de estimação”, o que permite reduzir a sua ansiedade e fazer com que se sinta mais confortável e segura. O acompanhante deve transmitir emoções positivas, bem-estar e tranquilidade.

A nossa equipa dispõe de profissionais qualificados (médicos anestesistas, médicos dentistas odontopediatras e enfermeiros) e meios especializados para a realização deste tipo de intervenção de forma rotineira e completamente segura.

Processo

Como requisito obrigatório para este tipo de intervenção menciona-se o jejum de 6 horas. A criança “sopra um balão através de uma “máscara” e adormece através de um gás anestésico sem qualquer tipo de dor. O despertar é geralmente suave, sem dores, podendo um dos pais acompanhar a criança nesta fase de recobro. Habitualmente, cerca de 1-2 horas após o acordar, a criança encontra-se em condições de ter alta hospitalar.

Vantagens

Como vantagens associadas a esta prática clínica destacam-se a comodidade do tratamento e a rapidez da solução (numa única intervenção trata-se toda a cavidade oral). Com base na nossa experiencia, verifica-se que os pacientes que se submetem ao tratamento sob sedação se tornam frequentemente colaborantes exibindo comportamentos mais serenos e positivos na cadeira do dentista.

A quem se dirige?

  • Adultos e crianças com medo e ansiedade severa
  • Crianças muito pequenas policariadas (muitos dentes para tratar)
  • Pacientes comprometidos física e psicologicamente que, de outra forma, não é possível realizar o tratamento dentário
  • Pacientes com verdadeiras fobias odontológicas.

Objetivos

  • Proporcionar um tratamento de alta qualidade
  • Controlar comportamentos inadequados do paciente que interfiram com o tratamento
  • Realizar tratamentos complexos e demorados

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